{"id":386,"date":"2019-05-14T20:24:09","date_gmt":"2019-05-14T23:24:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/?p=386"},"modified":"2019-05-14T20:24:09","modified_gmt":"2019-05-14T23:24:09","slug":"musicalizacao-infantil-fases-do-desenvolvimento-e-suas-significacoes-subjetivas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/ead\/musicalizacao-infantil-fases-do-desenvolvimento-e-suas-significacoes-subjetivas\/","title":{"rendered":"Musicaliza\u00e7\u00e3o Infantil : Fases do Desenvolvimento e suas Significa\u00e7\u00f5es Subjetivas"},"content":{"rendered":"<p>Este trabalho \u00e9 uma pesquisa bibliogr\u00e1fica que utiliza as fases de desenvolvimento infantil por Jean Piaget, a Psicologia atrav\u00e9s da psican\u00e1lise descoberta por Freud e a M\u00fasica como corpo te\u00f3rico conceitual para o tema proposto. Fazendo uma liga\u00e7\u00e3o nas etapas do Desenvolvimento Infantil a partir de Jean Piaget no primeiro cap\u00edtulo. J\u00e1 a partir do segundo cap\u00edtulo direcionando a m\u00fasica atrav\u00e9s da musicaliza\u00e7\u00e3o infantil relacionando o Terceiro e \u00faltimo cap\u00edtulo com suas significa\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas subjetivas neste ensejo. Sabemos que a m\u00fasica \u00e9 uma arte, t\u00eam linguagem pr\u00f3pria e possui muitos significados atrav\u00e9s de suas organiza\u00e7\u00f5es, tais como, sons, ritmos, melodias, sil\u00eancios, etc. Sendo dirigida ao outro sujeito atrav\u00e9s da escuta.<\/p>\n<p>A m\u00fasica nos acompanha desde muito cedo, como uma esp\u00e9cie de trilha sonora da nossa exist\u00eancia, podendo marcar um acontecimento espec\u00edfico de nossas vidas. Desde um nana nen\u00e9m; brincadeiras de roda; Hino Nacional; momentos de tristeza ou de muita euforia; um amor; etc.Fazendo parte da vida de todos os seres humanos, transmitindo sensa\u00e7\u00f5es e sentidos atrav\u00e9s de uma linguagem subjetiva.<\/p>\n<p>Segundo GODOI (2011), objetivo principal da Musicaliza\u00e7\u00e3o na Educa\u00e7\u00e3o Infantil \u00e9 despertar a musicalidade na crian\u00e7a durante o seu desenvolvimento. Promovendo suas habilidades em meios aos estilos musicais de sua prefer\u00eancia.<\/p>\n<p>O prazer de ouvir m\u00fasica poderia estar atrelado a algum disparador psicol\u00f3gico e emocional datando dos primeiros contatos com a voz materna onde as primeiras can\u00e7\u00f5es sonoras revelam invoca\u00e7\u00f5es sobre o sujeito. Lembramos neste escopo ef\u00eamero que os efeitos psicol\u00f3gicos da m\u00fasica e suas significa\u00e7\u00f5es s\u00e3o de ordem subjetiva.<\/p>\n<p>Vivemos em um mundo musical, os sons est\u00e3o presentes no nosso dia a dia, quer seja, em forma de m\u00fasica, como tamb\u00e9m em apenas algum barulho, podemos at\u00e9 mesmo afirmar poeticamente que a m\u00fasica est\u00e1 presente inclusive no cantar dos p\u00e1ssaros, no fechar de uma porta, na buzina de um autom\u00f3vel, no balan\u00e7o das folhas das \u00e1rvores, como se dan\u00e7assem embalados pelo vento. Esses e muitos outros significantes nos acompanham diariamente. FREUD (1914 \u2013 1916).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO I<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>DESENVOLVIMENTO INFANTIL A PARTIR DE JEAN PIAGET<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Piaget (1896-1980),a aprendizagem \u00e9 provocada por situa\u00e7\u00f5es em sala de aula quando o professor traz a refer\u00eancia a algum ponto did\u00e1tico ou uma situa\u00e7\u00e3o externa.Desenvolvimento \u00e9 um processo espont\u00e2neo e diz respeito a um processo do corpo, do sistema nervoso e das fun\u00e7\u00f5es mentais. \u00c9 um processo que se relaciona com a totalidade das estruturas do conhecimento.Jean Piaget, a partir de observa\u00e7\u00f5es minuciosas de seus pr\u00f3prios filhos e de v\u00e1rias outras crian\u00e7as concluiu que estas, ao contr\u00e1rio do que se pensava na \u00e9poca, n\u00e3o pensam como os adultos: certas habilidades ainda n\u00e3o foram desenvolvidas.Chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que h\u00e1 quatro est\u00e1gios, do ponto de vista da pr\u00e1tica das regras:<\/p>\n<p>Per\u00edodo Sens\u00f3rio-motor de zero a dois anos, as fun\u00e7\u00f5es mentais limitam-se ao exerc\u00edcio de reflexos, percep\u00e7\u00e3o, movimentos como suc\u00e7\u00e3o, movimentos dos olhos e toque.<\/p>\n<p>Per\u00edodo pr\u00e9-operat\u00f3rio entre dois aos sete anos, para Piaget, o que marca a passagem do per\u00edodo sens\u00f3rio-motor para o pr\u00e9-operat\u00f3rio \u00e9 o aparecimento da linguagem. Ele\u00a0 caracteriza-se, ainda, pelo egocentrismo, uma vez que a crian\u00e7a n\u00e3o concebe uma realidade da qual n\u00e3o fa\u00e7a parte, devido \u00e0 aus\u00eancia de esquemas conceituais e da l\u00f3gica.<\/p>\n<p>Per\u00edodo das opera\u00e7\u00f5es concretas dos sete aos onze anos, este est\u00e1 marcado pela capacidade da crian\u00e7a estabelecer rela\u00e7\u00f5es e integrar informa\u00e7\u00f5es. Capacidade de realizar opera\u00e7\u00f5es mentalmente e n\u00e3o mais apenas atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es f\u00edsicas.<\/p>\n<p>Per\u00edodo das opera\u00e7\u00f5es formais entre dose anos em diante a crian\u00e7a consegue raciocinar sobre hip\u00f3teses, fazendo contextualiza\u00e7\u00f5es abstratas e executar opera\u00e7\u00f5es mentais dentro da l\u00f3gica formal. <a name=\"_Toc436383560\"><\/a><\/p>\n<p>No primeiro est\u00e1gio at\u00e9 os dois anos,na fase de desenvolvimento moral, no\u00e7\u00e3o de justi\u00e7a motor e individual, a crian\u00e7a simplesmente manipula brinquedos para sua pr\u00f3pria explora\u00e7\u00e3o, utilizando objetos diversos para estabelecer algum processo de adapta\u00e7\u00e3o efetiva.<\/p>\n<p>A partir do segundo est\u00e1gio entre dois e cinco anos, estar\u00e1 caracterizado pelo egocentrismo infantil. Ou seja, a crian\u00e7a aceita as regras que recebe dos adultos ou de crian\u00e7as mais velhas. Considerando as regras sagradas, imut\u00e1veis e completamente avessas \u00e0 sua altera\u00e7\u00e3o. Possuem uma caracter\u00edstica detalhada que \u00e9 o fato de haver uma desorganiza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria aproximadamente at\u00e9 os sete anos de idade, quando ela cr\u00ea que sempre soube o que acabou de aprender. Assim, quando Piaget joga com as crian\u00e7as, logo que modificam as regras, elas n\u00e3o aceitam, para, em seguida, concordar. N\u00e3o se percebem da mudan\u00e7a. Jogam com os outros os imitando em intera\u00e7\u00e3o com os demais, enquanto jogam para si e modificam as regras sem perceber.<\/p>\n<p>E ainda, no quarto est\u00e1gio entre onze e doze anos, ocorre organiza\u00e7\u00e3o do pensamento e da autonomia. As crian\u00e7as jogam pelo prazer da disputa, mas procuram interagir quanto \u00e0s regras, que jamais ser\u00e3o fixas de possibilidade de mudan\u00e7as, decididas pelo grupo. Somente a partir destas os procedimentos do grupo podem ser julgados.Piaget surpreende-se com a organiza\u00e7\u00e3o que desenvolvem para compreender e praticar as regras do jogo, a ponto de assinalar esta como uma diferen\u00e7a b\u00e1sica entre meninos e meninas.<a name=\"_Toc436383561\"><\/a><\/p>\n<p>No entanto, na no\u00e7\u00e3o espacial constitui-se uma constru\u00e7\u00e3o mental que possibilita organizarem-se diante do mundo, organizando as coisas entre si, compreendendo as rela\u00e7\u00f5es,posi\u00e7\u00f5es de si mesmo e dos objetos. \u00c9 pela interioriza\u00e7\u00e3o de seu pr\u00f3prio corpo que apreende o espa\u00e7o que o cerca, e \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o deste que lhe permite prever e antecipar suas a\u00e7\u00f5es no meio que o cerca. A no\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o \u00e9 classificada nas seguintes etapas, espa\u00e7o topol\u00f3gico de zero aos tr\u00eas anos; espa\u00e7o euclidiano de tr\u00eas aos sete anos e espa\u00e7o projetivo dos sete \u00e0 dose anos.<a name=\"_Toc436383562\"><\/a><\/p>\n<p>Segundo Piaget (1896-1980) a no\u00e7\u00e3o de tempo \u00e9 elaborada atrav\u00e9s de sua dura\u00e7\u00e3o, ordem e sucess\u00e3o. Na Estrutura\u00e7\u00e3o temporal podemos exemplificar do seguinte modo: uma crian\u00e7a beb\u00ea \u00e9 altamente tang\u00edvel e relacionado com suas rotinas de comer e dormir. Enquanto que, em torno dos tr\u00eas anos parece haver tend\u00eancia para o conhecimento da pr\u00f3pria idade. J\u00e1 aos quatro anos possui tend\u00eancia para conhecer a data de seu pr\u00f3ximo anivers\u00e1rio.Aos cinco anos parece ser poss\u00edvel conhecer a idade que tem e ter\u00e1 ap\u00f3s o pr\u00f3ximo anivers\u00e1rio. Reconhecendo momentos do dia. Nos seis anos indica o dia da semana. Aos sete anos os meses ou at\u00e9 mesmo os dias dos meses. E assim vai evoluindo, com dose anos calculando a dura\u00e7\u00e3o de uma conversa ou dos dias de f\u00e9rias. Identificando tamb\u00e9m \u00e0 hora aproximada de 20 minutos.S\u00f3 em torno dos treze ou quatorze anos, come\u00e7am a surgir as recorda\u00e7\u00f5es pessoais e uma vis\u00e3o de tempo mais aproximada do significado da no\u00e7\u00e3o, que implica a concep\u00e7\u00e3o passado-presente-futuro.<a name=\"_Toc436383563\"><\/a><\/p>\n<p>Na fase da classifica\u00e7\u00e3o inicia o agrupamento de objetos de conhecimento pelas semelhan\u00e7as, tais de cores, formas, texturas, tamanhos e etc. Na seria\u00e7\u00e3o os agrupamentos de objetos de conhecimento pelas suas diferen\u00e7as nas cores (tonalidade), texturas (finas ou grossas), tamanho (maior, menor, mais largo, mais longo&#8230;) etc. E ainda, na fase da conserva\u00e7\u00e3o que abrange a compreens\u00e3o da quantidade propriamente dita com a experi\u00eancia do l\u00f3gico. Permitindo ao sujeito elaborar o racioc\u00ednio da igualdade, de elementos que sejam eles da forma, tamanho, cor ou textura. J\u00e1 nos n\u00edveis de desenvolvimento da no\u00e7\u00e3o de n\u00fameros, Piaget apresenta a aus\u00eancia da no\u00e7\u00e3o, no\u00e7\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o ou intermedi\u00e1ria e presen\u00e7a da no\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Daremos sequencia no pr\u00f3ximo cap\u00edtulo com a musicaliza\u00e7\u00e3o infantil envolvendo as crian\u00e7as at\u00e9 aos seis, lembrando que para chegarmos a este entendimento fora de suma import\u00e2ncia analisar as fases do desenvolvimento infantil de forma cient\u00edfica, segundo Piaget (1896-1980).<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO II<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>MUSICALIZA\u00c7\u00c3O INFANTIL <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA Teoria sem a pratica \u00e9 nula, por\u00e9m, pr\u00e9-requisito para entender os saberes da arte de MUSICALIZAR\u201d J. Holanda<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Antes mesmo de seu nascimento a crian\u00e7a j\u00e1 esta em contato com o universo sonoro, \u201cpois na fase intra-uterina o beb\u00ea j\u00e1 convive com um ambiente de sons provocados pelo corpo da m\u00e3e, como o sangue que flui nas veias, a respira\u00e7\u00e3o e a movimenta\u00e7\u00e3o dos intestinos. A voz materna tamb\u00e9m constitui material sonoro especial e referencia afetiva para eles.\u201d (BRITO 2003, p. 35).<\/p>\n<p>Ao analisarmos a cita\u00e7\u00e3o acima percebemos qu\u00e3o grande s\u00e3o os efeitos que a m\u00fasica exerce sobre o indiv\u00edduo. Ao mesmo tempo em que os benef\u00edcios o seguem para toda a vida. Em outras palavras, o ser humano \u00e9 um ser musical, pois este sempre rodeado de sons.<\/p>\n<p>Segundo Marcos L. de Souza(2016), assinala que\u201cA m\u00fasica \u00e9 um elo que une e refor\u00e7a todo o trabalho educativo que se desenvolve com a crian\u00e7a, pois ela desperta a criatividade, a fantasia, a musicalidade, a temporalidade e tem fun\u00e7\u00e3o l\u00fadica\u201d.<\/p>\n<p>A crian\u00e7a \u00e9 um ser \u00fanico, trazendo consigo um conjunto de convic\u00e7\u00f5es, id\u00e9ias, princ\u00edpios, valores, pensamentos, etc. Portanto, \u00e9 necess\u00e1rio que o ensino musical n\u00e3o seja utilizado apenas para hora do lanche, higiene, programa\u00e7\u00f5es do calend\u00e1rio escolar nas datas especiais. E tamb\u00e9m n\u00e3o estamos formando m\u00fasicos,mas tornando as aulas de m\u00fasica num momento de aprendizado atrav\u00e9s da linguagem musical. Com isto ampliando a forma\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a em suas diversas fases de desenvolvimento conforme vimos no cap\u00edtulo anterior.<\/p>\n<p>\u201cA musicaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo de constru\u00e7\u00e3o do conhecimento que tem como objetivo despertar e desenvolver o gosto musical. Favorecendo o desenvolvimento da sensibilidade, criatividade, senso r\u00edtmico, do prazer de ouvir m\u00fasica, da imagina\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria, concentra\u00e7\u00e3o, aten\u00e7\u00e3o, autodisciplina, respeito ao pr\u00f3ximo, da socializa\u00e7\u00e3o e afetividade. Tamb\u00e9m contribuindo para uma efetiva consci\u00eancia corporal e de movimenta\u00e7\u00e3o\u201d. (BR\u00c9SCIA 2003, p.16).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nos primeiros anos de vida a pr\u00e1tica musical poder\u00e1 envolver atividades l\u00fadicas. Desta forma ser\u00e1 desenvolvida a percep\u00e7\u00e3o e a aten\u00e7\u00e3o dos beb\u00eas. Exemplos: imita\u00e7\u00e3o de vozes dos animais, baterem palmas, etc. A crian\u00e7a estar\u00e1 ouvindo e tamb\u00e9m percebendo diversas produ\u00e7\u00f5es sonoras e brincando com a m\u00fasica, podendo inclusive imitar.<\/p>\n<p>A partir dos quatro anos j\u00e1 podemos exigir um pouco mais da audi\u00e7\u00e3o, bem como da aten\u00e7\u00e3o e concentra\u00e7\u00e3o. Segundo Marcos L. De Souza (2016), afirma que m\u00fasica \u00e9:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c&#8230; uma linguagem que organiza o som e sil\u00eancio. A crian\u00e7a vai tomar consci\u00eancia da linguagem musical se conseguir ouvir e diferenciar os sons, ritmos e alturas, saber que um som pode ser grave ou agudo, curto ou longo, forte ou suave\u201d. (Marcos L. de Souza, 2016, p\u00e1g. 69).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No entanto, nas palavras do autor podemos afirmar a import\u00e2ncia da aprecia\u00e7\u00e3o musical, incentivando as crian\u00e7as aos instrumentos que mais e que menos apreciam. Sua apresenta\u00e7\u00e3o e manuseio a esses instrumentos. At\u00e9 mesmo o aproveitamento de sucatas, aos quatro anos de idade em diante como referido anteriormente, com isto colaborando com a natureza, entre muito mais, desinibindo e socializando para que possam expressar espontaneamente os movimentos atrav\u00e9s da m\u00fasica.<\/p>\n<p>Nesta fase tamb\u00e9m trabalhamos com as propriedades dos sons: altura, timbre, dura\u00e7\u00e3o e intensidade. Na seq\u00fc\u00eancia iremos apresentar cada uma dessas propriedades necess\u00e1rias para fazer a m\u00fasica.Na altura identificamos se o som \u00e9 grave ou agudo. Por exemplo, o violino possui o som agudo (fininho) e um trombone (grosso) possui som grave.Na dura\u00e7\u00e3o identificamos se o som \u00e9 mais longo ou mais curto. Podemos contar juntos para a marca\u00e7\u00e3o do tempo. Mais curto e mais longo.No timbre identificamos a origem do som, se este est\u00e1 sendo tocado num violino, numa flauta ou em algum outro instrumento.E ainda, a intensidade que \u00e9 uma propriedade para identificarmos se o som \u00e9 mais forte ou mais fraco. Envolvendo um trabalho de expressividade que mexe com os nossos sentimentos. \u00c9 importante ressaltar que nesta faixa et\u00e1ria se trabalha com o l\u00fadico para um melhor aproveitamento das atividades A m\u00fasica e o brincar possuem uma forte liga\u00e7\u00e3o na musicaliza\u00e7\u00e3o infantil incentivando desta forma os apreciadores musicais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO III<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>SIGNIFICA\u00c7\u00d5ES SUBJETIVAS E PS\u00cdQUICAS<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O objetivo do presente cap\u00edtulo \u00e9 poder trabalhar a rela\u00e7\u00e3o do psiquismo entre a m\u00fasica atrav\u00e9s da musicaliza\u00e7\u00e3o infantil. Freud (1914 \u2013 1916) sabemos que somos formados por registros significantes e guiados pela subjetividade.Quando nos referimos \u00e0 m\u00fasica falamos al\u00e9m de uma express\u00e3o art\u00edstica, podemos dizer que \u00e9 uma forma de linguagem do qual se aproxima da psican\u00e1lise e revela nuances do inconsciente.<\/p>\n<p>Segundo Heidegger (2003), na primeira parte de sua obra liter\u00e1ria, o autor trata a linguagem como quest\u00e3o do pensamento, ou seja, um compromisso com a verdade. Apontando como uma ess\u00eancia de sentido ao homem. Prevalece a opini\u00e3o de que o tra\u00e7o fundamental do pensamento \u00e9 representar de maneira universal o que possui validade universal.Falar da linguagem talvez seja pior do que falar do sil\u00eancio, ou seja, estamos nos recolhendo no acontecimento apropriado.<\/p>\n<p>\u00c9 verdade do inconsciente nada sabemos, somente temos acesso \u00e0s suas forma\u00e7\u00f5es, ou seja, \u00e9 atrav\u00e9s das forma\u00e7\u00f5es do inconsciente (atos falhos, chistes, sintomas, sonhos, esquecimentos) que podemos saber algo a seu respeito. Segundo (FREUD, 1915, p.171), \u201cComo devemos chegar a um conhecimento do inconsciente? Certamente, s\u00f3 o conhecemos como algo consciente, depois que ele sofreu transforma\u00e7\u00e3o ou tradu\u00e7\u00e3o para algo consciente\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[&#8230;] em apoio da exist\u00eancia de um estado ps\u00edquico inconsciente, que, em um dado momento qualquer, o conte\u00fado da consci\u00eancia \u00e9 muito pequeno, de modo que a maior parte que chamamos consciente deve permanecer, por consider\u00e1veis per\u00edodos de tempo, em um estado de lat\u00eancia, isto \u00e9, deve estar psiquicamente inconsciente. Quando todas estas lembran\u00e7as latentes s\u00e3o levadas em considera\u00e7\u00e3o, fica totalmente incompreens\u00edvel que a exist\u00eancia do inconsciente possa ser negada. [&#8230;] A resposta \u00f3bvia \u00e9 a de que uma lembran\u00e7a latente \u00e9, pelo contr\u00e1rio, um res\u00edduo inquestion\u00e1vel de um processo ps\u00edquico. (FREUD, 1914\/1916 pp.172 e 173).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O inconsciente \u00e9 constitu\u00eddo por desfilamentos, que deslizam sem cessar, n\u00e3o se detendo em significados comuns, mas a determinados, que t\u00eam um valor muito especial para o sujeito. Na m\u00fasica s\u00e3o in\u00fameras as letras e melodias de can\u00e7\u00f5es que ressaltam essa import\u00e2ncia,numa can\u00e7\u00e3o de ninar, no qual a crian\u00e7a \u00e9 embalada para um sono tranquilo, na supera\u00e7\u00e3o de momentos dif\u00edceis, entre muitos outros exemplos que poder\u00edamos especificar neste trabalho. Pois, ouvir m\u00fasica parece ser sempre uma boa solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A m\u00fasica traz sempre uma lacuna que \u00e9 preenchida pelo imagin\u00e1rio do receptor\/ouvinte.Evidente que essa experi\u00eancia musical \u00e9 subjetiva para cada ouvinte e deve tamb\u00e9m sofrer modifica\u00e7\u00f5es de uma escuta para outra. Os estilos musicais diversos podem afetar as pessoas de formas distintas. Essa \u00e9 uma das raz\u00f5es que justificam o olhar da psican\u00e1lise sobre os manejos musicais. Talvez a ideia de tomar as conex\u00f5es ps\u00edquicas mobilizadas pela m\u00fasica remeta a um horizonte de cria\u00e7\u00e3o que incide sobre a nossa mem\u00f3ria mais primordial, considerada poliss\u00eamica, pois permite m\u00faltiplas leituras e interpreta\u00e7\u00f5es. Essas caracter\u00edsticas psicol\u00f3gicas da m\u00fasica, em sua aconceitualidade, s\u00e3o suficientes para garantir a singularidade da viv\u00eancia musical:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[&#8230;] a m\u00fasica tem como caracter\u00edstica primordial a aconceitualidade, pois mesmo dotada de sentido, uma vez que significantes s\u00e3o articulados na sua constru\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 dotada de significa\u00e7\u00e3o. Refere-se a nada, a n\u00e3o ser a si mesma e que n\u00e3o tenha referente. J\u00e1 quando marcada pela ambig\u00fcidade, a m\u00fasica \u00e9 uma linguagem poliss\u00eamica, permitindo m\u00faltiplas leituras e interpreta\u00e7\u00f5es. Esta \u00e9 uma caracter\u00edstica que propicia ao ouvinte a sua singularidade de sua experi\u00eancia e viv\u00eancia musical (SEKEFF, 2007, pp.31-33).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conforme Sekeff, (2009, p. 93), assim como as palavras produzem um discurso, em lugares e tempos diferentes, \u201ca m\u00fasica tamb\u00e9m estima uma produ\u00e7\u00e3o, por sua vez, os sons que produzem resson\u00e2ncias, associa\u00e7\u00f5es, assimila\u00e7\u00f5es, recorda\u00e7\u00f5es, etc. Porque no inconsciente nada \u00e9 encerrado\u201d:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na ordem do simb\u00f3lico, tanto quanto o \u201csigno imagin\u00e1rio\u201d que insiste na simboliza\u00e7\u00e3o, o inconsciente comparece no indiz\u00edvel da m\u00fasica, como na rela\u00e7\u00e3o que se estabelece entre a escuta e o receptor, sem, no entanto patentear qualquer significado fora de si (SEKEFF, 2009, p.93).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No universo musical, segundo Sekeff (2009) a m\u00fasica \u00e9 som, sil\u00eancio e escuta. S\u00e3o propriedades musicais que tornam a interioridade do objeto em sua fun\u00e7\u00e3o intelig\u00edvel a si mesma. Tecnicamente falando:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[&#8230;]A m\u00fasica mexe com nosso tempo, espa\u00e7o e movimento ps\u00edquicos, mas sem nunca dizer, nunca conceituar, nunca descrever. Assentada a cultura e na individualidade do m\u00fasico ela envolve dimens\u00f5es hist\u00f3ricas, sociais, ideol\u00f3gicas, tanto quanto sistemas culturais, individuais, biol\u00f3gicos, ps\u00edquicos e psicol\u00f3gicos. [&#8230;] m\u00fasica \u00e9 alteridade e autonomia (SEKEFF, 2009, pp.94 e 95).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E ainda, conv\u00eam mencionar sobre a pesquisa que relata sobre \u201cO\u00a0Efeito Mozart\u201d\u00a0usado para fazer refer\u00eancia aos poderes de transforma\u00e7\u00e3o da m\u00fasica na sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e bem-estar. Representado de uma maneira gen\u00e9rica, o uso da m\u00fasica para reduzir o estresse, a dor, a depress\u00e3o e a ansiedade; induzir o relaxamento e o sono; restaurar o corpo; melhorar a mem\u00f3ria e o estado de alerta.Trata-se de uma pesquisa com a m\u00fasica de Mozart, na Fran\u00e7a nos idos de 1950, \u00e9poca em que o Dr.Alfred Tomatis iniciou as suas experi\u00eancias de estimula\u00e7\u00e3o auditiva em crian\u00e7as com problemas de audi\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o. Nessa \u00e9poca j\u00e1 havia muitos centros de pesquisas espalhados pelo mundo todo que usavam as m\u00fasicas de alta freq\u00fc\u00eancia de Mozart, especialmente os concertos para violino e as sinfonias, para ajudar crian\u00e7as com dislexia, problemas de fala e autismo. A Universidade da Calif\u00f3rnia, Irvine, come\u00e7ou suas experi\u00eancias nessa \u00e1rea em 1950, relacionando a m\u00fasica do compositor com a intelig\u00eancia espacial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CONSIDERA\u00c7\u00d5ES FINAIS<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA m\u00fasica \u00e9 o instrumento educacional<\/p>\n<p>mais potente do que qualquer outro\u201d.Plat\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Chegamos ao final de uma tentativa de entendimento entre ambos os assuntos. Nesta culmin\u00e2ncia podemos concluir que, \u00e9 importante conhecer as fases de desenvolvimento da crian\u00e7a para atuar no processo da musicaliza\u00e7\u00e3o infantil, bem como o profissional dever\u00e1 ter um breve conhecimento na \u00e1rea musical.Utilizando meios pedag\u00f3gicos adequados a cada idade da crian\u00e7a, desenvolvendo assim o seu potencial.Pois a m\u00fasica proporciona diversas contribui\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento humano, reafirmando que esta rela\u00e7\u00e3o j\u00e1 se inicia no ventre materno, dando sequ\u00eancia em toda a inf\u00e2ncia atrav\u00e9s das brincadeiras, na alfabetiza\u00e7\u00e3o, no aux\u00edlio da aprendizagem, no conv\u00edvio com outras pessoas e sem d\u00favida dando continuidade nas outras etapas da vida at\u00e9 a senilidade, n\u00e3o iremos nos aprofundar no presente trabalho levando em conta que n\u00e3o fora este o objetivo proposto.<\/p>\n<p>Quando nos referimos \u00e0 m\u00fasica falamos al\u00e9m de uma express\u00e3o art\u00edstica, podemos dizer que \u00e9 uma forma de linguagem que se aproxima da psican\u00e1lise, aparecendo nas significa\u00e7\u00f5es subjetivas. Ou seja, uma determinada melodia ou brincadeira musical poder\u00e1 causar rea\u00e7\u00e3o diferente em cada crian\u00e7a, dependendo do registro prim\u00e1rio institu\u00eddo. At\u00e9 mesmo de forma inconsciente, surgindo em forma de sintoma, e n\u00e3o de forma consciente atrav\u00e9s da lembran\u00e7a em si. Ambas s\u00e3o linguagens e emo\u00e7\u00f5es que ret\u00e9m mem\u00f3rias que afetam as nossas atitudes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Ana Merc\u00eas Bahia Bock, Odair Furtado e Maria de Lourdes Trassi Teixeira. <strong>Psicologias<\/strong>. <strong>Uma introdu\u00e7\u00e3o ao estudo da Psicologia. <\/strong>Saraiva S.A Livreiros Editores, S\u00e3o Paulo, 2009<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BR\u00c9SCIA, Vera Pessagno. <strong>Educa\u00e7\u00e3o Musical: Bases Psicol\u00f3gicas e A\u00e7\u00e3o Preventiva<\/strong>. S\u00e3o Paulo. \u00c1tomo, 2003.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BRITO, Teca Alencar de. <strong>M\u00fasica na Educa\u00e7\u00e3o Infantil. <\/strong>S\u00e3o Paulo: Petr\u00f3polis, 2003.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Don Campbell, Ed.Rocco &#8211; <strong>\u201cEfeito Mozart\u201d<\/strong><\/p>\n<p>http:\/\/www.concertino.com.br\/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=1133<\/p>\n<p>Acesso em 01 de dezembro de 2017.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FREUD, Sigmund. <strong>Artigos sobre Metapsicologia<\/strong> [1914 \u2013 1916]; Volume XIV. Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira Das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud. Imago Editora, Rio De Janeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>GODOI, Luiz Rodrigo. <strong>A import\u00e2ncia da m\u00fasica na educa\u00e7\u00e3o infantil<\/strong>. Londrina \u2013 PR, 2011.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>HEIDEGGER, Martin.\u00a0 <a href=\"http:\/\/grupoevolucao.com\/ead\/pluginfile.php\/3545\/mod_assign\/intro\/A-Caminho-da-Linguagem%20Heidegger.pdf\"><strong>A Caminho da Linguagem<\/strong><\/a><strong>. <\/strong>Petr\u00f3polis RJ: Editora Vozes, 2003.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>SEKEFF, Maria De Lourdes. <strong>Da m\u00fasica:Seus usos e recursos<\/strong>. Editora Unesp. S\u00e3o Paulo, 2007.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>SEKEFF, Maria De Lourdes. <strong>M\u00fasica est\u00e9tica de subjetiva\u00e7\u00e3o<\/strong>. Tema com varia\u00e7\u00f5es. Editora Annablume. S\u00e3o Paulo, 2009.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>SOUZA, Marcos Leonardo de. <strong>Princ\u00edpios Pedag\u00f3gicos da Musicaliza\u00e7\u00e3o Infantil<\/strong>. Goi\u00e2nia: Editora Kelps, 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>PIAGET, Jean. 1896-1980. <strong>A psicologia da crian\u00e7a<\/strong>. Jean Piaget &amp; B\u00e4rbel Inhelder, tradu\u00e7\u00e3o Octavio Mendes Cajado \u2013 3\u00aa Ed. \u2013 Rio de Janeiro: Editora Difel, 2007.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Mini CurriculumMarcilane Genz, tem sua forma\u00e7\u00e3o como Diaconisa em M\u00fasica (1998), qualificada na Ordem dos M\u00fasicos do Brasi; Graduada em Psicologia Cl\u00ednica e Organizacional (2016);\u00a0 P\u00f3s Graduada em Musicaliza\u00e7\u00e3o Infantil (2018).\u00a0 Atuou no per\u00edodo de 1996 a 1998 no Semin\u00e1rio\u00a0<span class=\"text_exposed_show\">Conc\u00f3rdia em S\u00e3o Leopoldo RS (Aulas musicais para estudantes de Teologia).\u00a0Nos anos de 1999 a 2003 atuou em Marechal C\u00e2ndido Rondon Paran\u00e1. Onde conquistou o 1\u00ba lugar em pr\u00eamio qualidade total na sua did\u00e1tica musical. Nos anos de 2004 a 2008 trabalhou em Cap\u00e3o da Canoa RS, sendo idealizadora do projeto de m\u00fasica do munic\u00edpio. Nos anos de 2009 a 2010 trabalhou com o Coral da Liga do Combate ao C\u00e2ncer de Panambi, levando atrav\u00e9s da m\u00fasica uma terapia para a ajuda na recupera\u00e7\u00e3o das participantes. Nos anos de 2011 a 2013 trabalhou em Panambi na Escola de M\u00fasica do professor Duda Becker, onde conquistou neste ano o 1\u00ba lugar no pr\u00eamio Galyleu Pesquisa e Publicidade, sendo a professora mais citada nesta pesquisa de opini\u00e3o p\u00fablica. Atuando tamb\u00e9m no projeto de M\u00fasica na Oficina de Talentos da prefeitura de Panambi como Instrutora de Viol\u00e3o. Ap\u00f3s este per\u00edodo inaugurou a sua pr\u00f3pria Escola de M\u00fasica, a Acordes. Atuando nela at\u00e9 os dias atuais. Atuando tamb\u00e9m com atendimento de Psicol\u00f3gico. Seu trabalho envolve an\u00e1lise Cl\u00ednica (conforme demanda), Musicaliza\u00e7\u00e3o Infantil, T\u00e9cnica Vocal, Canto, Reg\u00eancia, Teoria Musical, Teclado, Viol\u00e3o Popular e Cl\u00e1ssico.<\/span>\n<div class=\"text_exposed_show\">\n<p>Complementa: Uma cidade sem cultura \u00e9 como se fosse um corpo sem alma.<\/p>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este trabalho \u00e9 uma pesquisa bibliogr\u00e1fica que utiliza as fases de desenvolvimento infantil por Jean Piaget, a Psicologia atrav\u00e9s da psican\u00e1lise descoberta por Freud e a M\u00fasica como corpo te\u00f3rico conceitual para o tema proposto. Fazendo uma liga\u00e7\u00e3o nas etapas do Desenvolvimento Infantil a partir de Jean Piaget no primeiro&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":400,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[39,65,66,74],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/386"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=386"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/386\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/media\/400"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=386"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=386"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.neuroeducacaomusical.com.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=386"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}